
@vera_123
Desde sempre apaixonada por costura, ela enfrentou desafios imensos para realizar o sonho de ter sua própria máquina. Foram anos de frustração, tentativas interrompidas e críticas — inclusive dentro de casa.
“Meu marido tinha ciúmes da máquina, dizia que eu dava mais atenção pra ela do que pra ele.”
Chegou a vender a primeira máquina que comprou. Então, durante a pandemia, ele pegou uma emprestada e começou a fazer máscaras.
Apesar de escutar que estava “perdendo tempo”, continuou firme.
Foi nesse período que descobriu a professora Amélia e o curso Modele e Costure Roupas Infantis.
Com receio de errar novamente e lembranças de muitos tecidos desperdiçados no passado, deu mais uma chance ao seu sonho — e decidiu aprender modelagem de verdade.
Pegou um pedaço de tecido que restou das máscaras e fez sua primeira jardineira. Presenteou a sobrinha grávida e fez com amor, acreditando que traria sucesso.
Logo depois, vendeu o primeiro vestidinho. E não parou mais.
“Meu marido dizia que isso não dava dinheiro. Mas hoje ele vê: estou fazendo, estou vendendo, e estou feliz.”
Ela montou um cantinho em sua casa, por conta própria, porque o marido se recusou a ajudar com o ateliê:
“Ele dizia: ‘Pra quê? Você vai desistir daqui a pouco’. Mas eu montei do meu jeito. Aqui é o meu mundo.”
Nesse cantinho, com caixas organizadas e etiquetas, ela fez vestidos que encantam as clientes.
“Vendi um hoje. Todo mundo se apaixona. Cada peça que eu termino, eu olho e digo: ‘Sou eu mesma que fiz’.”
Mais do que roupas, ela reconstruiu sua autoestima, fé e propósito.
“A costura salvou minha vida. Se não fosse por ela, eu estaria em um quadro profundo de depressão.”
Hoje, vive sua independência financeira, não se deixa mais abalar por palavras negativas e sabe que seu sucesso só depende de uma pessoa: ela mesma.
“Quando dizem que é fogo de palha, eu respondo: isso aqui é meu sonho. É a realização da minha liberdade.”
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